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100 anos da vírgula.

Campanha dos 100 anos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI)

Virgula

Vírgula pode ser uma pausa… ou não.

Não, espere.

Não espere..

 

Ela pode sumir com seu dinheiro.

23,4.

2,34.

 

Pode criar heróis..

Isso só, ele resolve.

Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.

Vamos perder, nada foi resolvido.

Vamos perder nada, foi resolvido.

 

A vírgula muda uma opinião.

Não queremos saber.

Não, queremos saber.

 

A vírgula pode condenar ou salvar.

Não tenha clemência!

Não, tenha clemência!

 

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Fonte: Associação Brasileira de Imprensa

Como montar um bom currículo. Aula 4

Texto do Jornal de Hoje - Publicado no BlogalizeJá em Profesfera no dia 10 de março de 2010, 14:33

Nossa quarta aula fomenta mais alguns cuidados que você deve cuidar antes de montar seu currículo. As dicas são dadas pela Redação do Jornal de Hoje e pode ser lida nesta publicação.

Foto do site www.wiki.bemsimples.com

Foto do site www.wiki.bemsimples.com

Segundo a coordenadora de recursos humanos do Senac, Rose Câmara, o mais importante é manter um currículo enxuto, mas completo. “Há pessoas que criam um verdadeiro portfólio com cópias de documentos, de diplomas e de trabalhos concluídos anteriormente, esses são imediatamente descartados”, disse.

Um bom currículo deve começar pelos dados pessoais do profissional e formas de contato, como e-mail e telefone. Não pode faltar nesse espaço a idade daquele que pretende o emprego. “Às vezes, a vaga é para uma pessoa jovem, em início de carreira e se você seleciona sem saber a idade do candidato, ele mesmo pode passar por momentos complicados na hora de uma possível entrevista”, afirmou. O endereço também é importante, para que o profissional seja encaminhado para locais mais próximos a sua casa ou que tenham formas de acesso mais simples.

Em seguida, vem a formação. Não adianta inventar cursos. De acordo com a psicóloga Alda Leda de Lima Tavares, as formações de ensino fundamental e médio podem ser suprimidas, uma vez que a graduação já conta pelos demais. No caso das pós-graduações devem ser especificadas, uma vez que podem ser feitas em áreas diferentes das de formação.

A pessoa deve conhecer a empresa a que vai se candidatar e enviar o currículo para concorrer a um cargo específico, deixando isso bem claro. Em caso do envio por e-mail, que ele vá em anexo, mas com algo escrito no corpo do e-mail. Um texto curto e claro. Não adianta anexar capa ou qualquer outra documentação. O currículo é melhor armazenado quando vai direto ao assunto.

Não é preciso esperar que uma vaga surja, pode identificar a empresa e entregar o currículo ou enviá-lo por e-mail. “Aqui no Senac, nós gostamos de receber os currículos espontâneos, porque economizamos com os anúncios e muitas empresas pensam dessa forma nos dias de hoje”, afirmou Rose. Segundo ela, a indicação ainda conta. “A diferença é que a indicação é vista apenas como uma referência e isso é sempre visto como um ponto a favor do candidato, mas não é garantia de vaga”, disse.

A psicóloga Alba afirma que o currículo influencia muito na escolha do candidato. “A organização e limpeza de um currículo, a forma como as idéias são colocadas, isso diz muito sobre o profissional”, afirmou.

Os erros mais cometidos
As fotos só devem ser utilizadas quando solicitado. O que poderia ser uma arma para revelar a boa apresentação do candidato pode se tornar um ponto negativo quando não são enviadas de forma correta. “Há pessoas que cometem exageros, colocam fotos de corpo inteiro, ou com carros atrás e coisas do tipo, isso conta contra os candidatos”, relata Rose.
Alda explica que o pior erro é a mentira. “Se você não trabalhou ou não tem determinado curso, não adianta inventar pois a mentira será descoberta na entrevista e isso será muito ruim para ele”, disse. Ela ainda aconselha: “Saiba qual é o objetivo e conheça a empresa, isso é fundamental para arrumar um bom emprego”. No mais, é caprichar na apresentação pessoal e na formação que já está mais de meio caminho andado.

Você acha que blogueiros são empreendedores?

Por Gilberto Caldeira (gilbertoacs@hotmail.com) – Publicado em Suor no dia 09 de março de 2010, 12:19

Vídeo do site Videolog . Por botaprafazer

A erotização feminina na mídia.

Por Ligia Martins de Almeida em 6/3/2007 – Texto de propriedade do site Observatório da Imprensa, disponível no link (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=423FDS002)

Na semana em que a mídia começa a falar do Dia Internacional da Mulher, com as tradicionais matérias sobre a história do feminismo, perfis e entrevistas com feministas, mostrando como a situação da mulher evoluiu – e melhorou – desde o surgimento do movimento, na década de 1960 –, a American Psychological Association (APA) liberou um estudo que poderia render boas matérias sobre a imagem da mulher na mídia.

O estudo, divulgado pelo Washington Post no artigo “Adeus à infância”, mostra que as meninas norte-americanas estão cada vez mais sendo alimentadas por uma imensidão de produtos e imagens que promovem looks e atitudes sensuais:

“Na cultura americana, e especialmente na mídia, mulheres e meninas são mostradas sempre de uma maneira erotizada. Os autores do estudo dizem que essas imagens são encontradas em toda a mídia, de shows de TV a revistas, de vídeos musicais à internet. Embora poucas pesquisas tenham documentado o efeito dessas imagens especificamente em meninas, os autores do estudo da APA argumentam que é razoável inferir que algum dano seja provocado nas meninas de 18 anos ou mais. A erotização tem sido ligada a três dos mais comuns problemas de saúde mental de adolescentes e mulheres adultas: desordens alimentares, baixa auto-estima e depressão.” (Washington Post, 20/2/2007)

Nova postura

Segundo o jornal, o processo nas meninas começa cada vez mais cedo, pela própria mensagem que elas recebem: “É normal que você tenha interesse em sexo. É normal você se vestir e agir de maneira sensual”. As mães entrevistadas não vêem problemas para suas filhas, alegando que no mundo de hoje é importante querer se manter bonita, já que a beleza é parte fundamental no sucesso profissional. E alegam que são as filhas que escolhem os modelos de roupas e acessórios desde a primeira infância. As mães que não concordam com os modelitos infantis sensualizados confessam ter problemas ao procurar, no comércio, roupas mais tradicionais – ou menos sensuais – para suas filhas de 4, 5 ou 6 anos.

O que o jornal americano não discute – e que poderia ser discutido pela mídia brasileira – é justamente a parcela de culpa da mídia nessa erotização da imagem da mulher. Quer um exemplo? A revista Veja (nº 1998, de 7/3/2007) trouxe um especial sobre saúde (”A medicina revela a mulher de verdade”), ressaltando as diferenças entre o corpo do homem e o corpo da mulher, e mostra que – por razões econômicas e culturais – até muito pouco tempo atrás as pesquisas médicas se baseavam apenas na fisiologia masculina para desenvolver medicamentos.

A revista atribui, entre outros fatores, à igualdade conquistada pelas mulheres o fato da nova postura das pesquisas em relação à saúde. E, para ilustrar a matéria, as fotos são de uma mulher. Bonita e… nua.

Crianças vão ocupar o lugar

Uma foto que, nos dias de hoje, não espanta ninguém. Afinal, o corpo feminino (adulto) exposto na mídia virou coisa banal. Como rende belas fotos e ilustrações, e como as modelos são adultas, conscientes e remuneradas, ficam todos felizes. O perigo é que a idade das modelos foi diminuindo e, hoje, meninas de 12 anos, que nas fotos parecem adultas, tornaram as modelos de 20 e poucos anos ultrapassadas. Não demora muito e o lugar delas vai ser tomado por meninas cada vez mais jovens e cada vez mais erotizadas.

Não seria o caso de, nesse Dia Internacional da Mulher, usar o espaço destinado à história do feminismo para discutir o que está acontecendo hoje com as mulheres? No perfil do jornal O Estado de S.Paulo, Rose Marie Muraro, “a patrona do feminismo brasileiro”, ganhou poucas linhas para falar de sua luta atual: o fim da violência doméstica de que são vítimas as mulheres rurais. E para dizer que, felizmente, hoje a violência contra mulheres é crime inafiançável. Ela teria muito mais a dizer se a imprensa tivesse interesse em discutir a causa feminina em profundidade.

Seria interessante descobrir como as feministas vêem a exposição feminina na mídia nos dias correntes. Porque uma coisa é certa: não foi para transformar as mulheres em objeto de consumo que o movimento feminista lutou pela igualdade feminina. Menos ainda para ter a imagem feminina tratada da forma como é vista na mídia atual. E, se nada for feito, em muito pouco tempo serão as crianças que vão ocupar esse nada honroso lugar na mídia.

Nossas Mulheres no Mundo

Por Gilberto Caldeira (gilbertoacs@hotmail.com) – Publicado em Linkalizados em 08 de março de 2010, 08:00

Esta edição do ‘Linkalizados’ é totalmente voltada á elas. Nossas mulheres tão fortes e, ao mesmo tempo, tão sensíveis.

[Grandes Mulheres da TI] – Quem são elas e por que a TI sucumbi aos seus encantos? Saiba mais…

[Delas notícias] – Elas conquistaram espaço, respeito e admiração. São destaques em suas áreas e revelaram para nós a doçura e a dureza de serem mulheres que ousaram seguir caminhos pouco convencionais. Saiba mais…

[Blog da Mulher] – Já pensou em mudar de vida? Já pensou em largar o seu trabalho e abrir uma empresa? Segundo as pesquisas sete entre dez mulheres que trabalham fora, gostariam de ser empresárias, e poderem direcionar sua vida de acordo com suas expectativas e sonhos. Mas para tal, é necessário ter alguns traços de personalidade, para que uma ideia deste porte, tenha chances de dar certo. Saiba mais…

Pesquise mais sobre as Mulheres no Mundo.